ATA CHAPA SÍNTESE | Páginas: 04 | |||
HORÁRIO | ||||
OBJETIVO: | INÍCIO | PREVISTO | 15:00 | |
Apresentar a Chapa e promover debate de idéias e sugestões entre os estudantes. | REAL | 15:20 | ||
LOCAL: | DATA: | FIM | PREVISTO | - |
Sala 32 | 10/11/2010 | REAL | 17:00 | |
INTEGRANTES DA CHAPA PRESENTES | |
NOME | FUNÇÃO |
Valdirene Ferreira | Titular |
Carolina Favarelli | “ |
Mariana Campos | “ |
Luiz Fernando Costa | “ |
Lucas José Carvalho | “ |
Bruno Renan Joly | “ |
Damião Leonardo Bonilha | “ |
Leianne Theresa Guedes | “ |
Mário Moura Santos Leite | “ |
Sara Daiane Herter | Colaboradora |
Graciela Reche | “ |
Lucas Lopes de Moraes | “ |
José Lucas da Silva | “ |
Eduardo Soares da Silva | “ |
Larissa Cristiane da Silva | “ |
PARTICIPANTES PRESENTES | |
Maira Gonçalves Lopes | Ricardo Tedeschi Cano |
Lívia B. P. de Morais | Helen de Morais Manfrinato |
Gabriel Papa R. G. | Nancy Dias Queiroz |
Jéssica F. M. dos Santos | Bárbara C. Fausto da Silva |
Samira Chedid | Renata Pires Pinto |
Gabriel Garcêz Bertolin | Jéssica G. da Conceição |
Sabrina N. de Oliveira | Edemilson da S. Lima |
Olavo Negrão P. Barreto | Josiane Siqueira dos Santos |
Aline S. Vanderlei | Giovanni B. de Freitas |
Aline S. Soler | Luiz Henrique Monteiro |
Michele R. Bizzio | Ricardo Consolo dos Santos |
Danielle Pilatti | Emerson Prata |
Eduardo Lopes Seino | Felipe Augusto Duarte |
João Gilberto Mario | |
ASSUNTO |
As 15:20 hs o estudante convidado Olavo N. P. Barreto iniciou sua apresentação de violão presenteando as pessoas que se acomodavam no local com música clássica. A apresentação teve início às 15:30 hs. O atrasado ocorrido deve-se ao fato de estarmos aguardando a classe do Prof. Zuin, que havia combinado conosco de realizar o intervalo da aula mais cedo para que os estudantes pudessem participar. Valdirene apresentou os membros da chapa e em seguida explicou que havíamos convidado o Deivison, no intuito deste comentar sua experiência de ter assumido o CAMT desativado. Deivison iniciou comentando que um dos focos iniciais foi ampliar os horizontes, não se limitando apenas a produções de carteirinha. Assim, buscou interação com outros CAs. No primeiro momento de ação, priorizou a boa recepção aos calouros, pois isso auxilia no combate a apatia e gera nestes interesses de participação no próprio CA. Frisou que é necessário a Chapa pensar na rotina e em coisas que não estão programadas, como por exemplo, a demanda das salas de aula. Relacionou as seguintes ações: articulação da ENEP (encontro nacional de estudantes pedagogia); relação aluno com direção e congregação; debater sobre disciplinas do curso; inteirar com espaços fora do Campus, pois há grande interesse de aproximação com a faculdade; transformar o CA num mediador político entre as instâncias da diretoria. Encerrada a fala de Deivison, iniciou-se a apresentação da Chapa Síntese, tendo como porta-voz o Luiz Fernando, que começou pedindo desculpas antecipadamente pela sua fala que, por estar imbuída de alguns comentários pessoais, poderia não convergir completamente com o grupo. Iniciou parabenizando os estudantes que já estão por se formar, mas, no entanto resolveram participar da Chapa. Expôs que devido à descrença dos estudantes com o curso, há uma oscilação no comprometimento alguns integrantes, pois uns levam a sério e outros nem tanto; mas que de qualquer forma, a Chapa Síntese tem uma intenção muito boa e este ano percebeu que há uma mobilização bastante séria dos integrantes. Relatou que no em que participou do CAFF, o grupo terminou a gestão com apenas com seis pessoas. Destacou que não há possibilidade de êxito sem comprometimento sério e engajamento de todos colaboradores: o envolvimento deve ser integral, com participação, comprometimento e seriedade de todos. Comentou que se deve chamar de volta os indivíduos que tem potencial, mas desanimaram de participar. Na apresentação da Chapa discorreu que tentaremos ser uma Síntese das três chapas anteriores, começando por “arrumar a casa” e ir além das mobilizações, pois se há esta grande apatia de estudantes e de professores, o CA não será a iniciativa e sim um mediador de forças para juntos vencermos a apatia. Sobre a proposta da Chapa, destacou e comentou o seguinte: não há espaço para socialização e debates no Campus; deve-se diminuir as “paixões” e pontuar questões gerais do curso que possam nos beneficiar efetivamente (a maioria dos estudantes reclama, critica, fica indignado e em depois não se mobiliza para mudar, se acomodando nesta posição, como se isso fosse suficiente); unir com outras instâncias como PET, Pós-graduação e professores interessados, como a Prof. Renata; acompanhar e resolver questões acadêmicas , como qualidade do curso e por exemplo, a avaliação de professores, que não ocorreu neste semestre; trabalhar a recepção de calouros, aproveitando o momento para demonstrar que há mais do que trotes e festas; elaborar festas diferentes que proporcionem além da interação entre os estudantes, a arrecadação de verbas para o CA.; criar mecanismos para não depender financeiramente da Unesp e deixar o CA com as portas abertas ao atendimento o máximo de tempo possível. Em seguida encerrou sua fala abrindo para perguntas. Mariana Campos pediu a palavra para destacar a proposta de interagir com a calourada através da arte. O estudante Luiz Henrique Monteiro iniciou o debate questionando como os integrantes montaram a Chapa - se foi entre amigos, interesses afins... Luiz Fernando respondeu que inicialmente a idéia de montar a Chapa partiu da Valdirene, numa conversa no PET; num segundo momento, a idéia disseminou-se entre alguns conhecidos e depois, num terceiro momento, alguns estudantes procuraram a Chapa para participar. Destacou também que há uma diversidade grande de interesses nos integrantes da Chapa, uns se interessam por questões acadêmicas, outros em promover eventos como mini-cursos, outros em questões de movimento estudantil, e todos em combater a apatia. Lucas comentou que é necessário combater a apatia e obter apoio e participação dos estudantes, inclusive com sugestões de eventos destes; informou que alguns professores reclamam dos alunos, dizendo que estes não sabem organizar eventos, mas que na verdade há todo um complexo a ser considerado, pois por vezes o palestrante que se comprometeu não aparece ou não responde e-mails. Luiz Fernando enfatizou estas problemáticas fazem parte do contexto e devem ganhar atenção (a verba de transporte do CA é de novecentos reais ao ano – é necessário uma verba maior, assim como uma participação maior dos professores e alunos). A estudante Maira Gonçalves Lopes apresentou a questão da carga horária/ escassez de aulas e questionou com acontecerá a articulação com os professores. Luiz Fernando respondeu que pretendemos estreitar a relação com os professores e que iremos efetivar essa relação nem que seja necessário contatar um por um, pois a intenção é conseguir maior apoio possível destes, mas que há professores que se interessam pois alguns já perguntaram com irá funcionar o CA; além dos professores há também os funcionários administrativos, que geralmente colaboram. Deivison se interpôs neste assunto, sugerindo que devemos realizar uma análise sobre o destino das verbas da Faculdade, pois há um dinheiro direcionado para cada curso; portanto devemos nos inteirar destes assuntos constituindo um grupo entre os centros acadêmicos, com um representante de cada curso para avaliarmos estas questões e também analisarmos questões de licenciatura. Graciela comentou que a Chapa tem intenção de montar um CA com diretórios, pois assim há maior possibilidade de organização e êxito destas nas diversificadas necessidades. Luiz Fernando lembrou que o diretor nunca vem a público esclarecer sobre os gastos, reformas ou sequer se apresentar aos alunos que vão entrar no curso. Nesta seqüência, a estudante Michele Rodrigues Bizzio expôs que se preocupa com a reforma da biblioteca, pois até agora não houve esclarecimentos sobre como ficará a disposição dos livros e mesas para estudo. Luiz Henrique Monteiro anexou à fala desta que, o prédio velho do Campus será interditado para reforma e há possibilidade de que os alunos sejam “distribuídos” pelas salas de aulas da cidade. Comentou que os alunos reclamam, mas não cobram mudanças, cada um deve fazer sua parte, por isso é necessário cobrar transparência da Faculdade, não se limitando a responsabilizar somente o CA. Relatou que tentou participar da comissão de RU, foi impedido e depois de meses ficou sabendo que haviam colocado o nome dele na comissão sem avisá-lo e reclamaram que ele não participou (agiram de má fé). Sobre a biblioteca, Deivison informou que não haverá dificuldade de acesso ao uso da biblioteca e esclareceu há uma comissão e o que devemos fazer é nos inteirar com esse grupo e fazer as informações fluírem. A estudante Laís relatou que em Marília não há espaços de confraternização, mas, no entanto isso não impede a realização destas e que lá os estudantes conseguem seus objetivos por não desistirem, quando é necessário, invadem a diretoria; acredita que aqui não é possível fazer a mesma coisa porque a política da Unesp de Araraquara é diferente, mas, no entanto ressalta que a relação lá não é a base de confiança, e sim na base do medo (a diretoria tem receio dos estudantes). Comentou que há uma Comissão de calourada, mas que o representante da direção impõe suas decisões não abrindo margem á discussão. Questionou se uma contra-calourada seria efetiva na cidade, pois não sabe se em Araraquara teria estrutura para combatera calourada (se haveria espaço para realizar os dois eventos simultaneamente). Luiz Fernando respondeu que nós vamos trabalhar a calourada oficial, mas também queremos articular uma semana de recepção para Ciências Sociais. A estudante Maira refletiu que a relação estudante-universidade não deve ser de medo e sim de argumentação, onde o primeiro deve estar informado para efetivar os objetivos. A aluna Renata sugeriu a elaboração de um jornal como forma de combater a apatia e circular as informações do curso. Graciela respondeu que a Chapa havia apresentado esta sugestão como uma das propostas e que inclusive há possibilidade de conseguirmos patrocínio das empresas locais, uma vez que temos aproximadamente três mil estudantes no Campus e há interesse de local divulgação das empresas. A estudante Lívia B. P. de Morais aproveitou para informar do problema dos estudantes não publicarem artigo em revista e esclareceu que os professores também são cobrados neste quesito; informou e que o Conselho de discente tem discutido que se deve criar um grupo de editoração do curso de C. Sociais - se formarmos uma comissão para mandar artigos em revista, poderíamos ganhar uma verba da gráfica e isso automaticamente auxiliaria o jornal. Bruno expôs a idéia de trote solidário. Comentou que nunca realizou nada pela cidade (o curso não proporciona e esse tipo de experiência) e que o trote solidário seria uma oportunidade para isso. Participa da Atlética juntamente com Luiz Fernando, e comentou que a Atlética quer mudar sua imagem e fazer parcerias. Ele sugere uma oficina de esporte com participação das escolas da cidade – seria um trabalho social que pode aproximar a comunidade da universidade. Sobre o quesito transparência na Universidade, comentou que não é viável colocar a culpa em professores, alunos, diretores, etc. , pois muitos solicitam transparência e depois não participam; reclamaram transparência na avaliação institucional e o Prof. Gileno marcou, juntamente com a representação discente, uma reunião de esclarecimentos onde houve a participação de pouquíssimas pessoas. Renata chamou a atenção para as seguintes questões: a apatia parte da esfera individual – cada um deve ter responsabilidade pela sua parte; lembrou que quando participou do CA, realizaram um debate excelente no Anf., mas no entanto havia meia dúzia de estudantes participando - isso é frustrante pra quem organiza o evento; a apatia não é desinformação, é um posicionamento político onde o estudante preza pelas suas prioridades (estudo, monografia, pesquisa) e se decide pela postura individualista; deve haver um comprometimento do coletivo, melhor dizendo, na verdade o comprometimento é uma obrigação do coletivo; deve haver muitos envolvidos para movimentar e realizar, e no entanto, temos no curso quinhentos alunos, se comprometendo e se mobilizando por eles, seis alunos do CA; Para abater a apatia, Lívia sugeriu que inicialmente devemos estabelecer grupos pequenos, com representantes de classe nas assembléias que se comprometem a participar das reuniões e passar as informações posteriormente a classe; sugeriu também a realização de discussões na sala de aula, de aproximadamente quinze minutos – conversando com o professor anteriormente, é possível efetivar esta idéia. O estudante Gabriel Papa sugeriu apresentarmos as linhas de pesquisa do curso na semana da apresentação que ocorre no começo do ano – seria uma apresentação dos professores de cada matéria, dos grupos de estudo e das linhas e pesquisa, pois o aluno não sabe a quem recorrer quando quer participar de um grupo. Valdirene agradeceu a presença de todos e lembrou que a eleição será dia 17 e 18 de novembro. Sem mais para o momento, fica por encerrada essa Reunião. |
A eleição do centro acad~emico foi prorrogada para os dias 24 e 25 de novembro, devido ao SIICUSP e ao evento para os bolsistas PIBID em
ResponderExcluirÁguas de Lindóia durante essa semana.